Os
serviços domiciliares que atualmente são
oferecidos oferecem a estes pacientes
visitas de médicos quando ocorrem problemas
de complicações nos quadros patológicos.
Com
o incremento do período de tempo dos
portadores de doenças pulmonares que
requerem cuidados crônicos aumentou a
necessidade de contribuir com recursos terapêuticos
que possam ser aplicáveis na residência
destes doentes.
Estes
recursos englobam A Oxigenoterapia Crônica
Domiciliar(OCD), a Assistência Respiratória
Mecânica Domiciliar ( ARMD) e a Assistência
Ventilatória com a técnica Bipap o CPAP,
estas últimas ligadas ao tratamento de distúrbios
respiratórios durante o sono.
O
custo diário de internação em um centro
hospitalar de Lyon – França para
pacientes com doenças pulmonares crônicas
em fase crítica é próximo de U$ 750,00.
Foram
avaliados os custos de 56 pacientes (1) com
insuficiência respiratória crônica
durante um ano previamente ao início de um
programa de cuidados domiciliares com ARM
invasivo e durante o primeiro ano de
aplicado o programa.
Os
dias de internação média/ano caíram de
34 a 6 internações/ano. Isto implicou que
partindo de um custo por parte do seguro
social desta cidade durante o primeiro ano
previamente ao programa de U$ 1.428.000,00
se atingisse no primeiro ano de aplicação
do programa de ARM domiciliar invasivo o
valor de U$ 588.000,00 o que
consequentemente determinou uma economia líquida
de U$ 840.000,00/ano.
Em
relação à Oxigenoterapia Domiciliar, nos
Estados Unidos um estudo (2) demonstrou que
após a aplicação de um programa de
cuidados domiciliares em 17 pacientes com
insuficiência respiratória crônica os
custos de hospitalizações e consultas em
prontos socorros decrescessem de U$ 908.031
para 802.999, resultando em U$ 105.032 de
economia (ou U$ 328,00/paciente MÊS).
Conclusões:
Estamos demonstrando por fatos que programas
de cuidados domiciliares respiratórios para
pacientes com DPOC – Doenças Pulmonares
Obstrutivas Crônicas conseguem efetivamente
diminuir o número de internações
hospitalares, a quantidade de dias de
hospitalização, as consultas a prontos
socorros a mortalidade por estas patologias
o sensível aumento da qualidade de vida e a
redução expressiva dos custos das fontes
pagadoras do tratamento.